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A doença causada pelo novo coronavírus, COVID-19, tem crescido no mundo inteiro. Causa sintomas respiratórios, como febre, tosse, falta de ar. Pode causar sintomas leves, como um resfriado comum até quadros mais graves, como pneumonia e insuficiência respiratória aguda. 

Uma doença pouco conhecida, mas com transmissão através do ar, de pessoa a pessoa, por meio de secreções respiratórias do paciente infectado ou por contato com secreções contaminadas seguido de inoculação em mucosas (olhos, nariz ou boca). 

Na maior parte dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo, ou seja, durante o cuidado com o paciente, incluindo profissionais de saúde ou membro da família. 

E nas crianças, como a doença se comporta? 

O número de crianças com doença causada pelo COVID-19 é muito pequeno. Apesar de relatos, como o do recém-nascido de 30 horas que adquiriu o vírus, são raras as descrições de casos em pacientes com menos de 18 anos nos estudos publicados até o momento. 

Não está claro para os pesquisadores se a baixa incidência é devida a fatores relacionados ao próprio vírus, que poderia estar causando doença pouco agressiva e não diagnosticada ou a questões ambientais, uma vez que a epidemia começou no período de férias e as aulas não foram reiniciadas, o que reduz o risco de transmissão nesta população. 

No entanto, não é possível concluir que as crianças estejam protegidas, portanto é importante seguir as medidas de prevenção recomendadas para as infecções respiratórias. 

Como é feito o diagnóstico? 

Um exame específico, que é feito colhendo secreção do nariz e da boca do paciente, pode identificar o material genético do vírus em secreções respiratórias. 

Cuidados 

A Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda algumas ações para reduzir o risco de infecção: 
– Evitar contato próximo com pessoas com infecções respiratórias agudas;
– Lavar frequentemente as mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente e antes de se alimentar;
– Usar lenço descartável para higiene nasal;
– Cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir;
– Evitar tocar nas mucosas dos olhos;
– Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
– Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
– Manter os ambientes bem ventilados;
-Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.

Fonte: Sebará Hospital Infantil

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