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Existe e não é frescura. É um transtorno de humor que afeta a mulher após o parto. Entre os principais sintomas estão a tristeza, ansiedade, cansaço, falta de energia, irritabilidade e em casos mais graves até rejeição à criança. Conforme uma pesquisa realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 1 em cada 4 brasileiras sofrem com a depressão pós-parto.

Como é um problema sem sintomas físicos como uma dor de cabeça, as mães podem não perceber e é aí que a família precisa ficar atenta para perceber os sintomas e assim poder ajudar a mamãe. Se existe dúvida é só buscar ajuda de um médico, o pediatra que acompanhou a gestação é um dos exemplos, ele saberá como agir e caso necessário encaminhará a um psicólogo ou psicanalista.

Quando a depressão pode aparecer?

Geralmente costuma aparecer no primeiro mês depois do parto ou no período de 1 ano de vida do bebê, mas pode apresentar sinais antes mesmo da criança nascer, não amenizando quando a criança nasce.

Fatores de risco

Conforme os profissionais, algumas situações podem interferir no desenvolvimento do problema, são elas: já ter tido depressão ou algum problema de saúde mental, estar enfrentando problemas financeiros, familiares ou de relacionamentos amorosos. Além de ter sofrido problemas de saúde durante a gestação ou durante o parto, o bebê nascer com algum problema de saúde ou a mãe estar passando por grandes preocupações.

Tratamento

A terapia é essencial, afinal, conversar com alguém treinado para lidar com o que você está sentindo e passando será de grande ajuda. Em muitos casos ela por si só consegue controlar e resolver o problema, mas em alguns casos é necessário aliar a terapia com alguns remédios, o que é normal. A prescrição de medicamentos antidepressivos só pode ser feita por médicos e o seu terapeuta saberá quando isso é necessário e deverá indicar algum profissional.

Os antidepressivos ajudam regular o humor e o sono, atuando como regulador das substâncias químicas no cérebro. A adaptação do organismo aos medicamentos costuma demorar alguns dias dependendo da dose da medicação e em alguns casos necessita de ajustes. O mais importante é não interromper a medicação e nem os encontros com o terapeuta por conta própria, pois a depressão pode voltar de repente.

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